GCM investigado por manter adolescente em motel é alvo de mandado da Polícia Civil
Foto: ilustrativa
Da Redação/Richard Silva
A Polícia Civil cumpriu, na tarde desta segunda-feira (1º), um mandado de busca e apreensão na residência de um guarda municipal de Araçatuba, como parte das investigações sobre um possível caso de sequestro e cárcere privado ocorrido em um motel de Birigui, no dia 5 de maio deste ano.
De acordo com o boletim de ocorrência, a ação foi realizada por policiais civis da Delegacia de Investigações Gerais (DIG), em cumprimento a uma ordem judicial expedida pela 2ª Vara Judicial de Araçatuba.
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Segundo o registro policial, os investigadores compareceram à residência do investigado e foram recebidos inicialmente por familiares. Os policiais apresentaram o mandado de busca, explicando que a diligência estava relacionada à apuração dos fatos investigados por meio de inquérito policial.
Durante a busca no quarto do investigado, foram apreendidos diversos equipamentos eletrônicos, entre eles um notebook Dell Inspiron 15, um computador da marca Easy PC e um HD externo. Os materiais foram lacrados e encaminhados para análise pericial.
O boletim informa ainda que o GCM não estava no imóvel no momento da chegada da equipe policial. Após cerca de duas horas, ele retornou acompanhado por familiares e advogado. Na ocasião, apresentou seu aparelho celular aos investigadores, mas optou por não fornecer a senha de desbloqueio do dispositivo.
A Polícia Civil ressaltou que a medida cumprida foi exclusivamente de busca e apreensão, não havendo mandado de prisão contra o investigado. O caso segue sob investigação e os equipamentos apreendidos poderão auxiliar no esclarecimento dos fatos.
A equipe policial também esteve na sede da Guarda Municipal, localizada na Rua Altino Arantes, no bairro Dona Amélia. No local, os agentes foram recebidos pelo secretário municipal de Segurança, Júlio Cesar dos Santos, que acompanhou as buscas na sala onde o investigado exercia suas atividades profissionais.
Na sequência, os policiais se dirigiram à sede de uma Instituição de Ensino, na Rua Tibiriçá. O coordenador da instituição informou que o investigado atuou como docente entre janeiro e maio de 2025, mas deixou de prestar serviços no local há mais de um ano.




