Suspeita de matar motorista de 77 anos é presa em Birigui
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Da Redação/Richard Silva
A Polícia Militar de Birigui prendeu, na tarde desta terça-feira (13), a principal suspeita de envolvimento no assassinato do motorista João Francisco de Assis Vasques, de 77 anos, encontrado morto em avançado estado de decomposição em Santópolis do Aguapeí, no dia 2 de janeiro deste ano. A mulher de 22 anos foi localizada em um bar na Rua Tupi, no bairro Santo Antônio, onde estava bebendo cerveja.
Segundo a Polícia Militar, uma equipe recebeu informações sobre o paradeiro da suspeita e se deslocou até o local indicado. Ao ser abordada, ela tentou resistir a abordagem.
Contra a mulher, havia um mandado de prisão temporária expedido pela Justiça de Araçatuba, por suspeita de homicídio, com prazo de 30 dias.
No caminho da Delegacia, ela ainda tentou danificar a viatura. A mulher demonstrava nervosismo e acabou urinando na própria roupa. Inicialmente, ela negou qualquer envolvimento no crime.
O corpo do idoso foi encontrado na noite de 2 de janeiro em uma área de mata às margens de uma estrada de terra, na zona rural de Santópolis do Aguapeí. João Francisco estava desaparecido desde a manhã do dia 31 de dezembro.
Ainda de acordo com a Polícia Militar, a localização ocorreu após uma denúncia anônima, que levou os policiais até o ponto exato. No local, o idoso foi encontrado caído de bruços, já sem vida.
Informações preliminares indicaram que o corpo apresentava ferimentos compatíveis com golpes de faca. No entanto, detalhes sobre a dinâmica do crime não foram divulgados oficialmente para não comprometer as investigações.
Um dia antes da localização do corpo, na quinta-feira (1º), o veículo de João Francisco havia sido encontrado abandonado em área urbana do município, o que reforçou a suspeita de que ele pudesse ter sido vítima de um crime.
A reportagem apurou que a mulher presa, que seria garota de programa, já era apontada como a principal suspeita de envolvimento no homicídio. A Polícia Civil trabalha para esclarecer as circunstâncias da morte e identificar se há outros envolvidos. Informações que possam ajudar a polícia podem ser repassadas de forma anônima às autoridades.
Ela foi encaminhada para a CPJ de Araçatuba, onde deve passar por audiência de custódia, e posteriormente encaminhada a cadeia feminina de Tupi Paulista.




