3 de junho de 2026



Suspeita de matar motorista de 77 anos é presa em Birigui

Foto: reprodução

Da Redação/Richard Silva

A Polícia Militar de Birigui prendeu, na tarde desta terça-feira (13), a principal suspeita de envolvimento no assassinato do motorista João Francisco de Assis Vasques, de 77 anos, encontrado morto em avançado estado de decomposição em Santópolis do Aguapeí, no dia 2 de janeiro deste ano. A mulher de 22 anos foi localizada em um bar na Rua Tupi, no bairro Santo Antônio, onde estava bebendo cerveja.

Segundo a Polícia Militar, uma equipe recebeu informações sobre o paradeiro da suspeita e se deslocou até o local indicado. Ao ser abordada, ela tentou resistir a abordagem.

Contra a mulher, havia um mandado de prisão temporária expedido pela Justiça de Araçatuba, por suspeita de homicídio, com prazo de 30 dias.

No caminho da Delegacia, ela ainda tentou danificar a viatura. A mulher demonstrava nervosismo e acabou urinando na própria roupa. Inicialmente, ela negou qualquer envolvimento no crime.

O corpo do idoso foi encontrado na noite de 2 de janeiro em uma área de mata às margens de uma estrada de terra, na zona rural de Santópolis do Aguapeí. João Francisco estava desaparecido desde a manhã do dia 31 de dezembro.

Ainda de acordo com a Polícia Militar, a localização ocorreu após uma denúncia anônima, que levou os policiais até o ponto exato. No local, o idoso foi encontrado caído de bruços, já sem vida.

Informações preliminares indicaram que o corpo apresentava ferimentos compatíveis com golpes de faca. No entanto, detalhes sobre a dinâmica do crime não foram divulgados oficialmente para não comprometer as investigações.

Um dia antes da localização do corpo, na quinta-feira (1º), o veículo de João Francisco havia sido encontrado abandonado em área urbana do município, o que reforçou a suspeita de que ele pudesse ter sido vítima de um crime.

A reportagem apurou que a mulher presa, que seria garota de programa, já era apontada como a principal suspeita de envolvimento no homicídio. A Polícia Civil trabalha para esclarecer as circunstâncias da morte e identificar se há outros envolvidos. Informações que possam ajudar a polícia podem ser repassadas de forma anônima às autoridades.

Ela foi encaminhada para a CPJ de Araçatuba, onde deve passar por audiência de custódia, e posteriormente encaminhada a cadeia feminina de Tupi Paulista.