3 de junho de 2026



Golpista usa nome de mais um advogado de Araçatuba para tentar aplicar golpes via WhatsApp

Foto: ilustrativa

Da Redação/Richard Silva

O nome e a foto do advogado Dieymes Gaioto, que atua em Araçatuba (SP) foram usados por golpista para tentar aplicar estelionatos pelo WhatsApp. Clientes do advogado receberam mensagens através do número (18) 996948962, contato este que não pertence ao advogado.

A fraude foi descoberta quando clientes do advogado entraram em contato informando sobre supostos pedidos de pagamentos via Pix. O advogado vai registrar um boletim de ocorrência na tarde desta quarta-feira (04).

A orientação do advogado é que os seus clientes peçam para fazer atendimento via chamada de vídeo, evitando assim qualquer tentativa de golpe.

OUTRO CASO

Como divulgado na terça-feira (03), o advogado Daniel Madeira também foi usado por golpistas. A fraude foi descoberta quando clientes do profissional entraram em contato para confirmar pedidos de informações e documentos de processos em andamento. O advogado registrou um boletim de ocorrência na tarde desta terça-feira (03) e alerta a população sobre o golpe.

De acordo com Madeira, criminosos criaram um perfil no WhatsApp usando sua foto e o número (11) 97967-4487, com DDD da Grande São Paulo, para solicitar as informações. “Qualquer mensagem pedindo documentos ou valores por aplicativo ou rede social é golpe. Meus clientes podem me procurar pessoalmente no escritório para confirmar qualquer informação”, afirmou.

Como funciona o golpe do falso advogado

Criminosos se aproveitam de dados de processos judiciais, obtidos de forma pública ou irregular, para abordar vítimas com processos em andamento. A fraude segue etapas:

Acesso a informações: Os golpistas coletam dados de processos, como nomes e andamentos, para parecerem convincentes.

Abordagem por mensagens: Contatam as vítimas por WhatsApp ou redes sociais, fingindo ser advogados.

Persuasão: Usam detalhes do processo, fotos e até logos de escritórios para dar credibilidade.

Pedido de pagamento: Solicitam depósitos via PIX, alegando taxas ou liberação de valores.

Prejuízo: Após receberem o dinheiro, os criminosos desaparecem.