Morte de peixes, camarões e arraias no Rio Tietê preocupam moradores e turistas
Foto: reprodução
Da Redação
A situação do Rio Tietê na região de Buritama e Cardoso tem gerado apreensão entre pescadores, turistas e moradores. A coloração esverdeada da água, um forte odor e a morte de peixes, camarões e arraias, ao longo das margens levantam suspeitas sobre a qualidade da água e os impactos ambientais e econômicos da contaminação.
Pescadores relataram ter encontrado uma grande quantidade de arraias de água doce, camarões e peixes mortos no trecho do rio que passa por Buritama. As imagens e relatos preocupam a comunidade local, que teme prejuízos à pesca e ao turismo, setores importantes para a economia da região.
A Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) de Araçatuba informou que ainda não foi acionada para o ocorrido, mas está intensificando a fiscalização na área e já agendou a coleta de amostras da água para análise. Os resultados poderão indicar se há presença de poluentes ou algum fenômeno natural responsável pela degradação do rio.
Outro ponto de preocupação é o risco representado pelas arraias mortas. Mesmo sem vida, elas ainda podem injetar veneno por meio dos ferrões localizados na cauda, o que pode causar dor intensa e até necrose na pele em caso de contato.
Enquanto aguardam respostas das autoridades ambientais, moradores e pescadores seguem atentos à situação e cobram providências para evitar que o problema se agrave ainda mais.





Devido ao excesso de plantas aquaticas o água pé ou jacinto d’água ( Eichhornia
crassipes) que vão se decompondo na água atravéz do seu processo natural, vão se formando esse musgo verde principamente nós (braços) do Rio que costumam ter menos água corrente A cobertura que vai se criando sobre a superfície diminui drasticamente o oxigênio da água que é criado atravéz dos raios solares durante o dia e absorvido pelos peixes, resumindo sem luz sem oxigênio para as espécies aquáticas causando a morte dos mesmos, e muito difícil o controle dessas plantas que se germinam muito rápido e em grandes quantidades principalmente em nossa região devido a grande extensão do Rio Tietê, mais existem barreiras de controle de proliferação e equipes especializadas que retiram atravéz de máquinas essas plantas da água.
Vitor Oliveira
engenheiro agronomo
Especializado em aquicultura